Ao fim de um dia, ele se depara com as memórias
Tendo visto cada segundo de um passado recente
Se da conta de que sempre foi a mesma vida
Pura casualidade, dor de consciência.
No caso dele seria melhor ir sempre contra a vontade
Numa bifurcação, usar sempre o outro caminho
Todas as inconveniências são assim com ele
Ele nunca tentou ser o que não é
Só o acham assim
De frente pro espelho
No colo de alguém
Morrendo de medo
Mais cedo ele me contou que ainda sonha
Por volta das onze ele admitiu
Que não sente falta de sua identidade
Mas de quem o dava a cara
Em cartas ele sempre silencia
Em nome dela...