Ficou confuso entre os sons de um choro
Deixou que os astros lhe tornassem
Mal abençoado por um único signo
Compreendeu ser fadado ao pútrido destino
Abraçou as mãos e rezou
Para que ninguém tomasse da mesma dor
Tomou do leite e comeu o sal
São seus únicos alimentos
Seu único sufoco já havia passado
Não precisa de nada além
Mas o choro ainda está lá
Ele viu com as próprias retinas
De que não estava agindo corretamente
Viu do cemitério se tornar um belo jardim
E deitou
Acordou confuso com o som
Do próprio choro
Pois queria ser o rei de cada signo
Queria o signo certo
Um que pudesse entender
E se adequar melhor
Nessa vida que seria junto a ela.